sábado, 30 de março de 2013
Ciao Csn Mania - Evento Presidente da Ciao Telecom
Ciao Csn Mania - Evento Presidente da Ciao Telecom
quinta-feira, 28 de março de 2013
CIAO MANIA - A versão octa-core do Galaxy S4 teve seu primeiro teste de benchmark divulgado nesta quinta-feira (28). O novo top de linha da Samsung superou o seu modelo quad-core e também os principais concorrentes com Android do mercado. As medições foram feitas pela AnTuTu e pela Quadrant, responsáveis pelas avaliações de benchmark do mercado móvel.
A versão octa-core do Galaxy S4 teve seu primeiro teste de benchmark divulgado nesta quinta-feira (28). O novo top de linha da Samsung superou o seu modelo quad-core e também os principais concorrentes com Android do mercado. As medições foram feitas pela AnTuTu e pela Quadrant, responsáveis pelas avaliações de benchmark do mercado móvel.
Nos dois testes, o modelo Samsung I9500 Galaxy S4, com processador octa-core de 1,6 GHz, ficou na frente de seu variante I9505 com quad-core de 1,9 GHz. Além disso, ambas as versões do aparelho da Samsung aparecem na avaliação da AnTuTu bem na frente dos tops de linhas de marcas como HTC e Sony.
Já o ranking da Quadrant mostrou um resultado um pouco diferente. O LG Optimus G Proteve um desempenho levemente superior ao Galaxy S4 quad-core de 1,9 GHz. Apesar disso, o modelo da LG não foi páreo para o S4 com processador octa-core de 1.8 GHz. Outros modelos, como o Sony Xperia Z e o HTC One, ficaram entre os cinco primeiros, mas bem atrás dos aparelhos da Samsung.
Enquanto isso, o Nexus 4, smartphonelançado nesta quarta-feira (27) no Brasil, só apareceu no ranking da Quadrant. O aparelho com Android Puro, fruto da parceria entre LG e Google, ficou bem atrás do Galaxy S3, último top de linha da Samsung.
E você, concorda com essas listas? Acha que o Galaxy S4 será realmente superior aos concorrentes? Dê a sua opinião nos comentários e não deixe de tirar suas dúvidas
quarta-feira, 27 de março de 2013
CIAO MANIA - O MARKETING MULTINÍVEL
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Administração
Teoria Geral da Administração
Áreas
Planejamento
Marketing multinível (MMN), também conhecido como marketing de rede, é um sistema de marketing caracterizado pela formação de uma rede de contatos por meio da indicação de novos associados por parte dos antigos.
De acordo com Will Marks[1], “O marketing de rede é um sistema de distribuição, ou forma de marketing, que movimenta bens e/ou serviços do fabricante para o consumidor por meio de uma ‘rede’ de contratantes independentes”.
O marketing multinível é um sistema derivado das vendas diretas. Este sistema em forma de rede (networking) tem se consolidado num cenário de revolução organizacional. Segundo alguns estudiosos de administração, o marketing de rede é considerado um sistema mais eficaz em determinadas situações de mercado.[2]
Segundo tais autores, a globalização alterou a disposição do cenário econômico nos anos 80. Sendo assim, as empresas começaram a caminhar em direção ao marketing de relacionamento, justificando a necessidade de criar vínculos de fidelização com os clientes.
O sistema de marketing multinível possui vários sinônimos. Entre as denominações que o mercado mais utiliza, estão:
Marketing de mídias sociais (MMS)
Marketing de Rede (MR)
Marketing Multinível (MMN)
Multi Level Marketing (MLM)
Network Marketing (NM)
[editar]Ondas
A evolução do sistema de marketing multinível divide-se em ondas (períodos). Ou seja, cada onda possui características diferentes no que se refere ao modelo de sistema multinível e suas especificidades. As ondas historicamente definidas são:
[editar]Primeira onda (1941 - 1979)
A primeira onda inicia-se logo após a criação do marketing multinível por Carl, quando o primeiro plano de comissões para diferentes níveis foi implantado em sua empresa naquela época. Durante este mesmo período, algumas pessoas e empresas aproveitaram o desenvolvimento do sistema de marketing em rede e desenvolveram o esquema em pirâmide. Este tipo de esquema possui uma estratégia bem parecida com o marketing multinível. Porém, a diferença essencial é que o multinível é uma ferramenta de negócios com o fim de comercializar produtos e/ou serviços, diferentemente do sistema em pirâmide, que recruta pessoas com o intuito de movimentar dinheiro somente.
O fim da primeira onda dá-se quando a Comissão Federal de Comércio[3], em 1979, define o marketing multinível como um negócio legítimo, ao contrário do esquema em pirâmide.
[editar]Segunda onda (1980 - 1989)
No início da década de 80, algumas centenas de empresas que utilizavam o sistema de marketing multinível explodiram nos Estados Unidos. Grande parte delas nascia em garagens e fundos de quintais sem nenhuma estrutura básica de organização. A experiência frustrou muitos negociantes e distribuidores que aderiram ao sistema de marketing multinível. Naquela época, os distribuidores acumulavam milhares de funções, além da necessidade de comprar cada vez mais produtos a fim de subir nos planos de carreira das empresas. Essa quantidade de fatores negativos resultava em estoques parados, desgaste físico e emocional dos distribuidores e, no final das contas, pouca ou nenhuma margem de lucro.
[editar]Terceira onda (1990 – 1999)
A terceira onda é caracterizada pela presença de novas tecnologias e mão-de-obra especializada na administração desses tipos de negócios. Neste cenário, executivos profissionais trabalhavam para reverter a imagem do marketing de rede e torná-lo menos árduo para os distribuidores. As companhias apostavam em sistemas informatizados, novas tecnologias de comunicação e técnicas sofisticadas de administração, a fim de tornar o marketing multinível mais eficaz. Outro fator de destaque é que as condições dos planos de compensação ficaram mais plausíveis. Ou seja, os distribuidores deixaram de ser pressionados a investir mais tempo e dinheiro do que dispunham para tocar o negócio.
[editar]Quarta onda (anos 2000)
Esta onda levou alguns especialistas a acreditarem que o marketing de rede cresceria ainda mais no século XXI, o que tem se confirmado. Prova disso é que grandes empresas multinacionais têm investido em empresas de marketing multinível ou em programas próprios de marketing de rede em suas empresas. Este impacto é resultado da imagem que o marketing multinível tem construído por meio das empresas que trabalham com o sistema e o aplicam com seriedade.
[editar]Quinta onda
Atualmente, estamos no desenrolar da quinta onda, entendida como a associação dos conceitos de "marketing network" ou "marketing multinível - MMN" com a internet, sendo este o caminho mais eficiente para a criação de um bom "network", afinal, conceitualmente, a "internet" nada mais é do que uma rede mundial de computadores. Além da ampliação da rede de contatos dos distribuidores, a internet agrega inovações ao processo de comunicação e relacionamento entre empresas, distribuidores e consumidores. Novas empresas do ramo de MMN contam com esta tecnologia desde seu projeto inaugural, enquanto outras têm buscado a reengenharia como recurso para acompanhar o movimento da "nova onda".
[editar]Modelo de negócio
De acordo com a obra de Bernard Lalonde[4], “É cada vez maior o número de companhias dispostas a confiar a distribuição de seus produtos e a atenção personalizada a seus clientes a terceiros especializados”, o que reforça a ideia de o modelo de marketing de rede ser uma grande tendência em diversos segmentos de mercado.
O marketing multinível faz parte de um conjunto de canais por onde um fabricante pode fazer com que seus produtos cheguem ao seu consumidor. Além do marketing multinível, os outros canais que realizam esta tarefa são: varejo, vendas diretas e vendas por catálogos ou ordem postal.
Varejo: O produto é comercializado por meio de estabelecimentos como farmácias, mercearias, mercados etc. Segundo Kotler,[5], “o varejo inclui todas as atividades envolvidas na venda de bens e serviços diretamente aos consumidores finais para uso pessoal [...]”.
Vendas Diretas: A venda direta é um sistema de comercialização de bens de consumo e serviços diferenciados, baseado no contato pessoal entre vendedores e compradores, fora de um estabelecimento comercial fixo. Este tipo de venda é muito comum quando se trata de cosméticos, perfumes, artigos para o lar e afins. Táticas como vendas de porta-em-porta e reuniões em casa são bastante difundidas pelas vendas diretas.
Vendas por catálogo: Como o próprio nome diz, as vendas são realizadas por meio de revistas e jornais enviados para o consumidor.
Marketing multinível: Este tipo de canal derivou das vendas diretas. Porém, em essência, possui algumas diferenças. A fim de exemplificar o funcionamento do sistema, vamos supor uma situação em que o sistema de marketing multinível pode ser aplicado:
[editar]Funcionamento
O MMN é geralmente usado por uma empresa (fabricante, importadora, distribuidora) de produtos ou serviços que entende que, por necessidades e estratégia de mercado, bem como possíveis vantagens financeiras, administrativas e logísticas, aquilo que vende terá maior sucesso utilizando esse canal de vendas.
O crescimento da base de clientes é limitado pela quantidade de pessoal de vendas e, para aumentar a presença no mercado, é solicitado aos representantes que recomendem pessoas interessadas em trabalhar no mesmo cargo. Como incentivo é oferecido um prêmio para cada recomendação.
Àqueles que recomendam novos vendedores é dada também uma comissão sobre as vendas de cada um dos indicados, de forma a incentivar a busca por bons profissionais e o treinamento destes. Se os indicados também recomendarem outros, é iniciado o processo de formação da rede de vendedores. Os vendedores assumem uma postura empreendedora e independente, controlando suas próprias redes e negócios, mas ainda vendendo os produtos do fabricante original.
[editar]Estrutura
Assim como em outras estruturas empresariais, uma empresa de marketing multinível é composta por cargos e funções específicas em sua estrutura. Ou seja, cada cargo ou função fica responsável por cada etapa do processo. Esse conjunto de responsabilidades sustenta a ampliação da rede e, consequentemente, a inserção dos produtos comercializados em novos mercados sem deixar de suprir as necessidades dos antigos clientes e distribuidores. Basicamente, os setores, cargos e suas respectivas funções são:[6]
Presidente e CEO - Possui responsabilidade total sobre as funções da empresa.
Vendas - Responsabilidade sobre os recrutamentos, treinamentos, desenvolvimento e motivação da força de vendas dos distribuidores independentes. O executivo de vendas também é responsável por desenvolver e promover o negócio como um produto, incluindo design e atualização dos materiais do kit de vendas inicial (kit de patrocínio).
Marketing - Este setor se encarrega da seleção e manutenção da linha de produto apropriada para que a organização de vendas (distribuidores) possa vender. Fatores como preço, promoção, relações públicas, comunicações de marketing, posicionamento e lucratividades também são responsabilidades inerentes ao setor de marketing, assim como o sucesso de lançamento dos produtos pesquisas de marketing e análises competitivas.
Operações: - O setor de operações dá suporte às etapas de produção, compras, distribuição, embarque de mercadorias e controle de inventários.
Suporte Administrativo e Financeiro - Algumas funções como gerenciamento de informações, jurídico, de recursos humanos, planejamento financeiro e contábil são as responsabilidades do setor.
Desenvolvimento de Produto - O desenvolvimento de produto deve representar uma ação entre representantes de vendas, marketing, operações e financeiro. Essa ação conjunta dos setores forma o Comitê de Desenvolvimento de Produto. A criação e desenvolvimento de um novo produto dependem da exigência do mercado. Esse desenvolvimento deve visar ao aumento de pedidos e/ou estímulo para recrutamento de novos distribuidores.
Departamento de Suporte - Este departamento deve assegurar a interação entre os distribuidores ou representantes. A importância da ênfase da tecnologia nesse processo é essencial, pois, além de transmitir segurança e rapidez no contato com a empresa e os outros setores, transmite-lhes a certeza de estarem trabalhando com uma empresa que se preocupa em atingir excelência.
Algumas ferramentas de suporte aos distribuidores são: ligações gratuitas (0800), revistas mensais, informações organizacionais, fax, teleconferências, treinamentos e reuniões, materiais de vídeo e áudio.
[editar]Fatores legais
Este é um ponto crítico pelo fato de envolver julgamentos éticos e morais em relação ao marketing multinível.
Segundo Buaiz[7]: “No marketing de rede temos visto que alguns distribuidores estão mais preocupados em utilizar-se de todos os recursos antiéticos – mentiras, ilusão e pressão psicológica, por exemplo – para promover um crescimento mais acentuado em suas organizações.”
A conseqüência dessas atitudes é a desconfiança em massa em relação ao sistema de marketing multinível. Milhares de pessoas se decepcionam com o sistema quando descobrem que foram enganadas pela empresa “X” ou distribuidor “Y”.
A impressão negativa difundida pelo senso comum resultou na comparação direta entre o sistema de marketing multinível e o esquema em pirâmide.
No final da década de 70, várias diretrizes foram criadas a fim de legitimar as operações de marketing multinível. Dentre elas, as principais são:
a) Os distribuidores foram instruídos a vender (ou usar) 70% dos produtos que compram da empresa com o objetivo de não gerar estoques com o único intuito de aumentar o cheque das comissões (front-loading)
b) As empresas deveriam ter uma política de recompra, na proporção de 90% do preço dos produtos, para os produtos não vendidos daqueles que desistiram de continuar o negócio.
A adoção de normas rígidas e organização das empresas de vendas diretas no Brasil deram origem a uma entidade denominada Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD)[8]. Esta entidade passou a adotar códigos de conduta promovidos pela World Federation of Direct Selling Association (WFDSA)[9]. Os códigos de conduta[10]visam a proteger consumidores e vendedores diretos para alertá-los contra ações de má-fé ou descuido nas relações existentes. Dentre os temas abordados estão: critérios de recrutamento, informações sobre produtos, estímulo à formação de estoque, respeito à privacidade do consumidor, critérios e prazos para devolução dos produtos.
[editar]Críticas ao Sistema
O sistema de marketing multinível ainda está sujeito a muitos questionamentos em relação à sua eficácia.
Alguns argumentos questionam a credibilidade das empresas que trabalham com o marketing multinível. Os dois mais lógicos são relacionados à saturação do mercado e à confiabilidade de algumas empresas de marketing multinível.
[editar]Saturação
A questão da saturação é matemática. Supondo que na rede cada indivíduo tivesse 10 pessoas sob sua liderança, o número de associados superaria a população mundial alguns níveis logo abaixo do inicial. O resultado seria saturação do negócio e a impossibilidade de expansão.
De fato, a lógica tem sentido. Porém, é importante considerar alguns pontos antes de um julgamento final. Até hoje não há comprovação de que sistemas de marketing multinível tenham se saturado. Considerando o consumo como um fator dinâmico e regulador de demandas, um negócio estático (não-dinâmico) sequer chegaria ao ponto de saturação. Nem todos estão dispostos a aderir ao sistema de marketing multinível, seja por desconfiança ou por falta de interesse. A gama de serviços e produtos que podem ser oferecidos a nichos e mercados específicos estimula a concorrência e freia a tendência de saturação. Por estes e outros motivos, assim como em outras atividades, o marketing multinível é passível de saturação. Porém, é preciso contextualizar sua aplicação no mercado antes de fazer qualquer afirmação.
Um exemplo prático desse raciocínio é o fato de que o marketing multinível se baseia em receita advinda de venda direta de produtos ou percentual sobre as vendas de pessoas indicadas ao negócio. Como muitas pessoas irão desistir da atividade ao longo do tempo, o trabalho do "distribuidor-chefe" passa a ser não promover o crescimento exponencial de pessoas sob sua tutela, e sim manter o número mínimo de subordinados que sustentem seus rendimentos indiretos, por comissão de vendas. Por isso o marketing multinível nunca atinge um patamar de saturação, diferenciando-se da pirâmide, embora guarde muitas semelhanças com este sistema. [carece de fontes]
[editar]Credibilidade negativa
É um fator que causa constantes desistências e decepções. Empresas de caráter duvidoso que se aproveitam da ingenuidade de parte da população constroem discursos de lucros altos com pouco trabalho e retorno rápido.
Assim que se comprova que as afirmações de dinheiro fácil são enganosas, os distribuidores que aderiram ao sistema percebem que o negócio não funciona como prometido. Em alguns casos, o investimento de grandes quantias de dinheiro e tempo naquele negócio traz enormes prejuízos aos associados das empresas com credibilidade duvidosa.
[editar]Marketing multinível e esquema em pirâmide
Algumas empresas têm mascarado o esquema em pirâmide sob o sistema de marketing multinível.
Um esquema em pirâmide é um modelo comercial não-sustentável que envolve basicamente a permuta de dinheiro pelo recrutamento de outras pessoas para o esquema sem que qualquer produto ou serviço seja entregue.
Referências
↑ MARKS, Will. Marketing de rede: O guia definitivo do MLM (multi-level marketing. São Paulo: Makron Books, 1995.
↑ MILES, Raymond E. & SNOW, Charles C.. Causes of Failure in Network Organizations. Harvard Business School, volume 34, número 4, p. 53-72, 1992.
↑ https://www.ftccomplaintassistant.gov/
↑ LaLONDE, Bernard J.. HSM Management: Informação e É tempo de integração. Conhecimento para gestão empresarial, Editora Savana Ltda., p.56-62, ano 4, n°21,jul-ago., 2000.
↑ .KOTLER, Philip. Administração de Marketing – análise, planejamento, implementação e controle. 4.ed. São Paulo: Ed. Atlas, 1996.676p,
↑ MOORE, Angela L. Building a successful network marketing company: the systems, the products, and the know-how you need to launch or enhance a successful MLM company. USA: Prima Publishing, 1998.
↑ BUAIZ, Sérgio. Marketing de Rede a fórmula da liderança : tudo o que você precisa saber para irradiar energia e confiança dentro de suas organizações. Rio de Janeiro: Instituto MLM Brasil, 1998
↑ http://www.abevd.org.br
↑ http://www.wfdsa.org
↑ http://www.abevd.org.br/htdocs/index.php?secao=codigo_de_conduta
terça-feira, 26 de março de 2013
CIAO MANIA - Cientistas criam capa microscópica de camuflagem
Utilizando camadas ultrafinas de materiais especiais foi possível tornar objetos invisíveis a sensores
A ciência continua evoluindo e buscando trazer muitos elementos da ficção para a realidade. Agora, os cientistas da Universidade do Texas (Estados Unidos) publicaram alguns estudos comprovando que estão mais próximos da criação de uma capa de invisibilidade para objetos de pequenas dimensões.
O que acontece, realmente, não é uma aplicação de invisibilidade, mas sim de camuflagem para sensores. Nos testes, os cientistas aplicaram uma fita de cobre de 66 micrômetros e uma camada de filme de 100 micrômetros de policarbonato flexível sobre um objeto de 18 centímetros de altura. Com frequência de 3,7 GHz, foi possível fazer com que a camuflagem escondesse o objeto de sensores com micro-ondas.
Por enquanto, a camuflagem serve apenas para evitar que sensores identifiquem os objetos, mas os cientistas acreditam que em breve a tecnologia poderá ser aplicada a frequências visíveis. Quando isso acontecer — o que ainda pode levar alguns anos —, os objetos ficarão invisíveis também para os olhos e câmeras.
É necessário dizer que a camuflagem ainda demanda estruturas muito pequenas, por isso estamos bem longe de uma capa estável de invisibilidade como as presentes na ficção. Pois é, ainda não podemos andar por aí sem sermos vistos.
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CIAO MANIA - Telefonia móvel ficou 18% mais barata em 2012
Telefonia móvel ficou 18% mais barata em 2012
A telefonia móvel está ficando mais barata no Brasil. Isso, pelo menos, é o que aponta o novo estudo da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Segundo o levantamento, o preço médio do minuto de celular no Brasil caiu 18% em 2012.
Traduzido em reais, o resultado mostra um impacto grande. A associação aponta que em 2011 o preço médio do minuto já com impostos ficava em torno dos 21 centavos. Um ano depois, em dezembro de 2012, a média caiu R$ 0,04, ficando, assim, em 17 centavos. Levando-se em conta as quedas de preços dos últimos cinco anos, é possível chegar a 56% de diminuição nas tarifas.
Em uma nota oficial em seu site, a Telebrasil destaca que “a forte competição, aliada aos ganhos de escala, tem sido fator importante para impulsionar a queda dos preços. De acordo com Índice de Herfindahl-Hirschman (IHH), que avalia o grau de concentração de um segmento, o mercado brasileiro de telefonia móvel é um dos mais competitivos do mundo”.
Mais clientes e mais tempo de uso
O crescimento da base de clientes das operadoras tem sido um ponto fundamental para que a concorrência faça com que os preços caiam. Atualmente o Brasil conta com 262 milhões de clientes cadastrados em sua base de telefonia móvel.
O levantamento da Telebrasil também apontou que o tempo médio mensal de uso do celular por pessoa (em inglês, Minutes of Use ou MOU) cresceu 9%. Isso representa um aumento de 10 minutos, fazendo com que o total passe de 115 para 125 minutos por usuário. Nos últimos cinco anos esse aumento foi de 52%.
Internet móvel cresce a passos largos
A Associação Brasileira de Telecomunicações também destacou em seu levantamento o fato de que há um crescimento substancial na utilização dos planos de dados móveis – que já representam, em média, 22% do valor da conta de telefonia móvel dos brasileiros.
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A Cisco acredita que essa porcentagem ainda deve crescer muito. Segundo algumas projeções da empresa, o volume de dados enviado e recebido por cada usuário na rede móvel vai crescer 60% ao ano até 2017.
Por fim, a Telebrasil diz que esse crescimento é importante para o desenvolvimento do país – e que ele deve continuar. Segundo eles, “a telefonia móvel e especialmente a banda larga pelo celular já se revelaram como meio essencial para a inclusão digital e social da população”.
Por fim, a Telebrasil diz que esse crescimento é importante para o desenvolvimento do país – e que ele deve continuar. Segundo eles, “a telefonia móvel e especialmente a banda larga pelo celular já se revelaram como meio essencial para a inclusão digital e social da população”.
Fonte: Telebrasil
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segunda-feira, 25 de março de 2013
CIAO MANIA - Facebook lança nova ferramenta de respostas para comentários
O Facebook anunciou nesta segunda-feira (25) um novo recurso na parte de comentários. A novidade é uma ferramenta de respostas para comentários, que tem como objetivo melhorar a conversa entre os usuários. Com ela, os leitores poderão interagir diretamente com outras pessoas e manter a troca de mensagens relevantes.
Os usuários poderão optar pela utilização do novo recurso na página de gerenciamento de permissões. Haverá um aviso sobre a nova funcionalidade. De acordo com a rede social, a novidade será automaticamente ativada para perfis com mais de 10 mil seguidores. No início, a ferramenta só estará disponível na versão desktop do Facebook.
Com a mudança, a rede social de Zuckerberg traz uma série de novas opções para seus usuários. As “Topical Conversations” oferecem uma melhor organização e direcionamento dos comentários realizados nas publicações. Já os chamados “Q & A”, possibilitam uma espécie de bate-papo na publicação e melhoram o engajamento entre os usuários. E as “Sourcing Questions” auxiliam na hora de buscar por perguntas feitas pelos leitores.
Os tópicos de conversação serão re-ordenados por relevância e podem aparecer de forma diferente para cada pessoa. A forma como cada um visualizará os tópicos vai variar de acordo com suas conexões especificamente. A novidade deve ser disponibilizada aos poucos para todos os usuários da rede social.
Tem alguma dúvida sobre o Facebook? Pergunte no Fórum do TechTudo!
CIAO MANIA - Galaxy Tab 3 pode ter tela de 11 polegadas Full HD e processador octa-core
O novo Galaxy Tab 3 poderá ter uma tela Super AMOLED Full HD 11,6 polegadas, com processador Exynos 5 octa-core, de acordo com informações do site Sammobile. Com essa configuração robusta o aparelho chegaria pesado contra o iPad 4 e o Sony Xperia Tablet Z, últimos grandes lançamentos dos concorrentes no segmento.
O tablet, de acordo com os rumores, seria anunciado no evento IFA 2013, que acontecerá em Berlim em setembro, junto com o Galaxy Note 3. A informação sobre o tamanho da tela veio de dois protótipos que vazaram da Samsung. Ao contrário do Galaxy Note, parece que o Tab não virá com caneta stylus, multiplas janelas e Smart Stay, que mantém a tela ativada se você estiver na frente da câmera frontal.
A Samsung está dominando o mercado de smartphones junto com a Apple? Deixe sua opinião no Fórum!O processador Exynos 5 Octa, que deve estar no novo Tab, já equipa o recém-anunciado smartphone Galaxy S4, e deve estar presente também no citado foblet Galaxy Note 3.
Via Phone Arena
Galaxy S4 mini é flagrado; chegará com dual-core e Android 4.2
O Galaxy S4 pode ganhar um irmão menor, assim como seu antecessor S3. A Samsung está produzindo um Galaxy S4 mini com tela e configurações inferiores ao aparelho original. O dispositivo foi supostamente revelado em fotos de sua versão final, divulgadas na última sexta-feira pelo site "Sam Mobile".
De acordo com os vazamentos, o S4 Mini virá com uma tela de somente 960×540 pixels com densidade de apenas 256 ppi. Ou seja, metade da resolução de 1920×1080 e pouco mais do que a metade dos 441 ppi do S4 tradicional. Já tela de Super AMOLED não deve ter mais do que 4.3 polegadas.
Completam as possíveis especificações do Galaxy S4 Mini um processador dual-core de 1.6 GHZ, interface TW Nature UX 2.0 eAndroid 4.2 Jelly Bean. Ainda não há informações sobre câmera, por exemplo, e nem sobre uma possível variante dual-chip.
Apesar do vazamento, não foram divulgados a data de lançamento e nem preço do aparelho. Além disso, a Samsung ainda não se pronunciou a respeito deste possível Galaxy S4 Mini.
Via Android Police
CIAO MANIA - Novo Kindle chega ao Brasil
Com a presença massiva dos livros virtuais nos hábitos contemporâneos, investe-se cada vez mais na plataforma de sustentação dessas obras imateriais: os e-readers. A Amazon.com.br, que oferece aos clientes uma vasta seleção de e-books, aproveita a sua demanda fiel para oferecer um novo dispositivo de leitura, o Kindle Paperwhite. Lançado no último dia 19, o portátil vem nos modelos wi-fi e wi-fi + 3G. A principal novidade do produto é que ele apresenta resolução com 62% mais pixels e 25% mais contraste, em comparação com a sua geração anterior.
Outro inovação é que o usuário pode ler por horas e sofrer menos cansaço ocular, já que o sistema de iluminação do Paperwhite direciona a luz sob uma camada antirreflexo e para baixo da tela, longe dos olhos do leitor. O brilho da tela é facilmente ajustável para ler em quaisquer condições e intensidades de luz, no escuro ou sob a luz solar.
Mas um detalhe do Paperwhite promete conquistar: a conexão 3G gratuita. Ela permite que o usuário não tenha que procurar ou pagar por wi-fi para ler os livros. No modelo wi-fi + 3G, a Amazon arca com os custos da conexão, livrando os usuários de taxas mensais ou contratos anuais. Assim, a qualquer hora e em mais de 100 países do mundo, o usuário pode reiniciar as suas leituras.
Uma novidade curiosa do novo e-reader da Amazon é o recurso Time to Read, que ajuda os leitores a saberem quanto tempo levarão para terminar cada capítulo de um livro. E o mais interessante é que, à medida que aumenta a velocidade de leitura de cada usuário, o tempo calculado se altera. Nada mais útil para quem tem o dia a dia agitado, em que tempo livre é regalia.
O Kindle Paperwhite wi-fi + 3G custa R$ 699. Já o modelo sem 3G fica por R$ 479. A novidade pode ser obtida no site www.pontofrio.com.br e em shoppings selecionados do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Fonte:jconline
domingo, 24 de março de 2013
CIAO MANIA Brasil registra mais de 263 milhões de linhas celular ativas em fevereiro
Quatro operadoras dominam completamente o mercado.
A Anatel divulgou hoje um relatório informando a quantidade linhas móveis ativas no país registradas até fevereiro deste ano. De acordo com a agência, são mais de 236,04 milhões linhas habilitadas a funcionar para serviços de voz e internet. Isso quer dizer que, para cada 100 habitantes no Brasil, existem 133,25 linhas ativas de uma das nove operadoras no mercado.
Apesar desse grande número de operadoras funcionando, no relatório da Anatel é possível perceber que, na verdade, as quatro grandes empresas do setor no país dominam praticamente todo o mercado. A Vivo segue líder, com 28% de participação (75,8 milhões de linhas), seguida pela TIM (70,6 milhões de linhas), Claro (66 milhões de linhas) e Oi (49,5 milhões de linhas).
Todas as operadoras menores juntas (CTBC, Sercometel, Portoseguro, Nextel e Datora) representam apenas 0,04% do mercado nacional. Fora isso, no mês de fevereiro, foram habilitadas 785,75 mil novas linhas, representando um crescimento de 0,3% em comparação com o mês anterior. No total, 80,73% dos acessos móveis do país são pré-pagos e 19,73% pós-pagos. A banda larga 3G/4G representa 65 milhões de linhas no país.
CIAO MANIA Comparativo: Galaxy S4 enfrenta os principais concorrentes
Pois é, o Samsung Galaxy S4 ainda nem foi lançado e nós já estamos aqui colocando o produto para brigar com seus principais concorrentes. A verdade é que não conseguimos esperar até a chegada do aparelho para definir qual modelo é o mais avançado.
Dessa forma, trouxemos o novo top de linha da fabricante coreana para competir com quatro modelos que podem encará-lo de frente. Nossos competidores são: Apple iPhone 5, Nokia Lumia 920, BlacBerry Z10 e HTC One.
Queremos deixar claro que neste artigo vamos comparar apenas as capacidades de hardware e recursos de cada dispositivo, afinal não seria válido realizar uma comparação de software, visto que o Galaxy S4 não foi liberado. Além disso, não faz muito sentido cotejar diferentes sistemas, sendo que cada um aproveita os recursos de maneira única.
Que vença o melhor processador
É difícil comparar os dispositivos que selecionamos, principalmente porque alguns ainda não estão disponíveis para compra. O primeiro quesito que queremos colocar em foco é o “cérebro” desses aparelhos, afinal este é um item que pode ser um verdadeiro divisor de águas.
Bom, analisando apenas os números, entre os smartphones selecionados, o iPhone 5 é o aparelho que traz o processador “mais fraco”. Vale notar, no entanto, que não levamos em conta a questão da arquitetura. No caso do Apple A6, há uma tecnologia ARMv7 própria da Apple, o que inviabiliza uma comparação direta com outros dispositivos.
Com apenas dois núcleos e operando com o clock de 1,2 GHz, o modelo da Maçã é o mais limitado no processamento de múltiplas tarefas. Isso, no entanto, não quer dizer que ele apresente desempenho inferior, afinal o uso dos recursos é algo que não depende apenas das capacidades de hardware.
Em seguida, podemos colocar o processador usado no Lumia 920 e no BlackBerry Z10. Aqui, novamente caímos no problema da arquitetura diferenciada (algo que impossibilita uma comparação direta). Esse chipset traz uma CPU de dois núcleos com arquitetura Qualcomm Krait operando com frequência de 1,5 GHz — pouco mais avançada do que a do Apple A6.
Em terceiro lugar, fica o processador do HTC One. Esse chip já usa uma versão evoluída da Qualcomm Krait, possibilitando resultados melhores em quase todos os tipos de aplicações. A CPU deste smartphone conta com quatro núcleos que trabalham a 1,7 GHz.
Para finalizar, temos o componente usado no Samsung Galaxy S4. Em teoria, julgando apenas as características do dispositivo, este é um processador octa-core. Ainda que os quatro núcleos mais potentes (Cortex-A15) rodem a 1,6 GHz — 100 MHz a menos do que o do chip do HTC One —, temos que nos lembrar dos quatro núcleos extras que podem garantir poder adicional.
GPU e memória RAM
Não há dados concretos que possam provar qual chip gráfico é o mais potente. Além disso, considerando as tantas especificações das GPUs (quantidade de núcleos, memória cache L1 e L2, compatibilidade com OpenGL e OpenVG, resolução de operação e outros), fica bem complicado dizer qual processador de vídeo é o mais avançado.
Em teoria, podemos separar os chips em dois grupos: os Adrenos (presente no Lumia, no BlackBerry e no HTC) e os PowerVR (disponível no iPhone e no Samsung). No primeiro grupo, a GPU mais avançada é a do HTC. A Adreno 320 é uma GPU evoluída presente nos novos chipsets da Qualcomm (o modelo 225 é da geração passada).
No combate Apple vs. Samsung, temos um empate técnico, visto que a GPU é praticamente idêntica, existindo apenas pequenas diferenças de clock. A verdadeira vantagem vai existir no melhor uso do software, mas, por ora, não é possível definir tal aspecto, visto que a versão final do Galaxy S4 não foi lançada oficialmente.
A quantidade de memória RAM é um fator mais simples para ser julgado. Todos esses smartphones trazem módulos semelhantes, portanto a quantidade de memória é o fator fundamental de diferenciação. O iPhone 5 e o Lumia 920 ficam para trás, sendo que os demais produtos não devem ter problemas para trabalhar com uma enorme quantidade de apps.
Você talvez esteja pensando na questão do software. Bom, podemos dizer que o sistema operacional pode influenciar no aproveitamento dos recursos, mas, considerando que estamos tratando de softwares bem evoluídos, não temos dúvidas de que todos conseguem gerenciar (e se beneficiar de) 2 GB de memória sem dificuldades.
A busca da imagem perfeita
Não podemos negar que a Apple revolucionou o mercado de celulares quando lançou sua primeira tela “Retina”. A empresa da Maçã foi a principal responsável por estimular outras companhias a investirem pesado em tecnologias de display. Talvez, esta busca por deixar as imagens mais nítidas tenha sido também um fator que levou a empresa a perder sua coroa.
Em nosso comparativo, o iPhone 5 tem a tela com a menor densidade de pixels. Isso quer dizer que as imagens do aparelho não são tão nítidas quanto as dos concorrentes. O Lumia 920 fica um pouco acima e garante imagens mais nítidas por oferecer resolução um pouco maior.
O BlackBerry Z10, por sua vez, conta com um display que tem quase o mesmo tamanho do que vem instalado no aparelho da Apple. A diferença é a resolução maior e, consequentemente, a maior quantidade de pixels em uma mesma região.
Por fim, temos Samsung Galaxy S4 e HTC One brigando pelo posto da tela perfeita. Dessa vez, o HTC One leva a melhor, pois trabalha com resolução Full HD em um display de 4,8 polegadas, enquanto o concorrente perde em densidade de pixels com sua tela avantajada. No fim das contas, todos devem oferecer imagens nítidas, mas o HTC leva vantagem.
Esgotando possibilidades
Para concluir nosso comparativo, queremos colocar alguns pontos em destaque; são eles: armazenamento, câmera, conectividade e bateria. Começando pelo armazenamento, podemos colocar o Galaxy S4 à frente dos concorrentes. Este é o único aparelho da tabela que pode oferecer até 128 GB de espaço (com o uso de um cartão SD).
Não comparando marca de lente e detalhes específicos, também podemos ver que a Samsung caprichou nas lentes do aparelho. Ele é o único que alia uma câmera frontal de 2 MP e uma traseira de 13 MP — isso sem contar que o software da fabricante coreana traz o recurso para filmar e fotografar com as duas lentes simultaneamente. Apesar disso, vale lembrar que o Lumia tem ótimas capacidades com a tecnologia PureView.
Em conectividade, Samsung e HTC empatam com dispositivos que suportam 4G e conexão com o mais recente padrão de redes WiFi (o 802.11 ac). Nesse quesito, o celular da Nokia é o mais fraco, sendo o único a continuar com a versão 3.1 da tecnologia Bluetooth.
Nossa última comparação é a bateria. Aqui, novamente o Galaxy S4 fica na frente. Apesar de a Samsung não ter divulgado a autonomia estimada do componente, podemos ver que ela caprichou na capacidade energética do produto.
Claro, pode ser que nem mesmo com uma bateria dessas ele ofereça a mesma performance de outros modelos, mas, em hardware, o novo top de linha da coreana está à frente. Enfim, queremos reforçar que deixamos alguns aspectos de fora (como o Air Gesture e o Smart Pause do S4) nesta comparação, visto que os concorrentes não contam com essas tecnologias.
sábado, 23 de março de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
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